Mostrar mensagens com a etiqueta Travel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Travel. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, maio 06, 2009

O mais das viagens...

Depois de uma conversa resolvi ver quais os pontos mais extremos, em termos de latitude e longitude, onde já estive.

Assim, sem contar com viagens de avião, onde já terei passado muito perto do Pólo Norte algumas vezes, os locais mais extremos onde já assentei os pés são:

Norte

Kristiinankaupunki, Finlândia N 62° 16.858'
Edinburgh, Escócia, N 55° 59.411'
Amsterdão, Holanda, N 52° 22.677'

Sul

Maputo, Moçambique S 25° 59.012'
Porto Alegre, S. Tomé, S 0° 2.148'

Oeste

Humboldt, CA, USA W 123° 50.244'
Poynt Reyes, CA, USA W 123° 1.421'

Leste

Noberibetsu-Onsen, Japão E 141° 5.598'
Tokyo, Japão, E 139° 45.558'

Ou seja, já percorri 88º 65,870' de Norte a Sul, e 264º 55,842 de Oeste a Leste.
Portanto, faltam-me ainda quase 100º de Latitude e quase os mesmos de Longitude.

A estes adicionei o sítio mais alto e o mais baixo em que já estive (sem contar com os aviões, novamente).

Mais alto

Perto do Mount Whitney, CA, USA, a cerca de 3000m de altitude

Mais baixo

Badwater, Death Valley National Park, CA, USA, 86m a baixo do nível do mar.

Curiosamente estive nestes dois sítios no espaço de poucas horas, pois distam um do outro apenas 122 km (o suficiente para quase ficar sem gasolina).

Mas aqui ainda me faltam subir uns 5800m para chegar ao ponto mais alto da Terra (Everest, Nepal-Tibet, 8848m) e descer uns 330m para chegar ao ponto mais baixo da Terra (Mar Morto, Israel, -418m).

Ah! E em termos de temperatura?

Temperatura Mais Alta

Death Valley, CA, USA, uns 47º

Temperatura Mais Baixa

Budapeste, Hungria, uns -7º

Referência: Lista de extremos da Terra.

quinta-feira, abril 30, 2009

Fotografias de Heidelberg


Heidelberger Schloss - O Castelo de Heidelberg



Vista lá de cima do Castelo



Mesmo em frente ao Hotel



Alten Brücke - A Ponte Velha



Mesmo ao lado da cervejaria Vetter
(reparem nas mantas nas cadeiras)




Heiliggeistkirche - Igreja do Espírito Santo

segunda-feira, maio 19, 2008

Waterloo e As Cinco Moscas

Há uns 9 anos fui a Amesterdão. Fui em trabalho, acompanhado por um tipo que coleccionava colheres de café dos aviões e que achava que space cakes eram bolos do espaço. Cheguei um dia antes da apresentação dos novos produtos de ciclismo da Shimano, para o ano 2000. Na altura eu era o gestor de produto na área do ciclismo e responsável pela importação a nível nacional de todos os produtos da Shimano.

Fiquei num hotel algo fora do centro, mas o que me lembra bem é que a cidade tem um sistema de transportes muito bom e em 15 minutos, de Tram, estava na Dam. E era isso que eu fazia quando não tinha que estar a ver as novidades da Shimano. Passava o dia de fato, e mal podia despia o fato de casamento (na altura era o único que tinha e até o rasguei lá, a andar a testar os travões de disco), metia-me no Tram e ia para o centro. Mesmo depois de jantar, e quando os outros se iam deitar e nem que fosse para ver as luzes da cidade em 15 minutos.

Andei ali pela Red Light, entrei num ou outro coffee shop e descobri um restaurante português (que não experimentei, pois para isso teria ficado cá). Mas o melhor da visita foi o dia que os holandeses da Shimano Europa nos levaram a passear de barco pelos canais e a jantar num restaurante que se chamava "As Cinco Moscas" (""d'Vijff Vlieghen" em holandês). Na altura lembro-me que pensei que jamais iria a um restaurante assim, se tivesse que ser eu a pagar a conta (uns anos depois já penso de maneira diferente). E no domingo, antes de ir apanhar o avião, e como era dia livre, consegui sair sem o coleccionador-de-colheres e fui até à feira De Waterloo, uma espécie de fleamarket onde podemos comprar a bicicleta que nos roubaram no dia anterior.

Foram 4 dias cheios de coisas para contar. A minha primeira viagem em trabalho! Em Junho volto, mas desta vez para gozar uns 4 dias de férias com a família. Provavelmente as únicas que poderemos ter este ano.

Alguém tem sugestões a dar, sobre locais a visitar ou ver? Aceitam-se todas…

sexta-feira, agosto 19, 2005

Voltei de férias...

Olá,

Voltei de férias, mas ainda não sei se voltei (des)cansado. Embora tenha dito, no último post antes de ir, que iria ficar triste por voltar, a verdade é que assim não foi. Fiquei com vontade de voltar, embora agora, neste momento, esteja a ser assolado por uma vontade de não ter voltado. Não porque tenha gostado por demais de lá ter estado, mas porque não tenho muita vontade de aqui estar.

A Croácia é um país bonito. Mas ainda não consegui digerir as hordas de veraneantes que, em Agosto, invadem as vilas e as pequenas “praias” da Croácia semeando um ambiente de terror de balneário da Europa. Eu vou deixar estas histórias para as Crónicas (que eventualmente escreverei no fim-de-semana) mas queria deixar-vos com a ideia que não foi a Croácia que fez querer voltar, mas os alemães, eslovenos, italianos, checos, austríacos, polacos, eslováquios, holandeses, belgas, luxemburgueses, franceses, espanhóis, croatas, bósnios, sérvios, búlgaros, albaneses, americanos, canadianos, moldavos, australianos e portugueses que enchem o país de carros, as ruas de gente, as praias de barulho e as águas de porcaria.

Mas chego aqui e... Este país deprime-me. Nós (portugueses) não queremos ser ajudados. Claramente tudo o que tem a ver com mudar não tem nada a ver com Portugal. Para quê mudar se está tudo bem assim. Reclamamos o tempo todo, mas quem quiser que mude as coisas, “porque agora não posso”. E em Agosto isto ainda se acentua mais.

Eu vi na Croácia um Portugal de há 15 ou 20 anos. Um Portugal saído há alguns anos de uma ditadura, evoluindo devagar, mas com esperança no futuro. Chego aqui e encontro um Portugal sem governo, parado no tempo e sem esperança nenhuma no futuro. A Croácia tem (e vai fazê-lo) a possibilidade de fazer melhor que nós assim que entrar na União Europeia. A Bósnia é um claro exemplo disso, porque se nota que entra no país muita ajuda externa e vê-se a sua clara aplicação.

Ficar em Portugal neste momento é a opção mais difícil. Tentar ajudar um país que claramente não quer ser ajudado é o décimo terceiro trabalho de Hércules. Não há emprego, não há condições, não há economia. Os incêndios estão a levar a única coisa que ainda sobrava de bom neste país, que era a qualidade de vida.

Quero emigrar!

quinta-feira, agosto 11, 2005

Croacia...

Ola'

(Isto vai mesmo sem acentos!)

Ca' estamos no's em Trogir, depois de termos passado por terras com nomes impronuncia'veis e com vogais com acentos circunflexos invertidos, aqui estamos numa terra cujo nome se consegue pronunciar. Ale'm disso e' uma terra muito bonita, tirada de um qualquer filme do James Bond, ou duns piratas turcos no mediterraneo.

Nao vou tirar fotografias! :-) Esteve a chover (parece que passou um tornado por aqui) e esta' pouca luz... Mas depois eu conto como foi!

A Croacia recomenda-se, mas NUNCA em Agosto! Azar...

sexta-feira, agosto 05, 2005

Amanhã!

Não tenho escrito muito, porque uma imagem vale mais que mil palavras.

Amanhã estarei ali ao lado, lá longe! Mas não fico triste por vos deixar. Ficarei triste por ter de voltar. Por mais que goste de vocês...

Zbogom!

Falta 1 dia!!!

Dubrovnik