Tudo começou em 2000 com a minha ida para a Califórnia para um estágio. As Crónicas foram servindo de diário da aventura. E continuam, mesmo depois de voltar... E de voltar a sair para Inglaterra, Japão, Luxemburgo, França, Finlândia, Holanda, São Tomé, etc...
Cada aventura ou momento que me permito partilhar está aqui nas Crónicas da Califórnia.
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quinta-feira, abril 14, 2005
Por falar em Britânicos (4)
sexta-feira, março 18, 2005
Por falar em Britânicos (3)
sexta-feira, março 11, 2005
Por falar em Britânicos (2)
terça-feira, março 08, 2005
Por falar em Britânicos
domingo, fevereiro 27, 2005
Falta de humor britânico
José Mourinho. Eu nem gosto muito dele. Acho-o arrogante e pedante. (Nem treinou o Sporting.) Mas considero-o um dos mais importantes gestores portugueses. Um gestor que percebeu que o importante, numa equipa, são as pessoas. Não interessa se é uma equipa de futebol ou uma equipa de trabalho (aliás porque uma equipa de futebol é uma equipa de trabalho), mas só se conseguem resultados se todas as partes da equipa estão motivadas para esses resultados. Nem sempre se conseguem os resultados (como provam as duas derrotas da semana passada) mas de certeza que não se conseguem se não houver motivação para os conseguir.
Tenho pena, tenho realmente muita pena, da grande maioria dos gestores portugueses que continuam a achar que as pessoas são o menos importa nas suas empresas. Tenho ainda mais pena das pessoas que não têm outra hipótese de vida senão trabalhar para gestores que desse nome têm apenas a capacidade para gerirem... Não me lembro de nada! Porque em casa quem gere é a esposa ou os filhos. Não conseguem gerir o seu dinheiro porque não têm que se preocupar com isso. E, nem sequer a cabeça deles conseguem gerir. Eu já trabalho há 10 anos e neste tempo, poucos gestores portugueses conheci que conseguem gerir.
Mas estou a fugir ao tema: O Chelsea ganhou a sua primeira taça de há muito tempo. Ganhou sob a gestão do nosso conterrâneo José Mourinho. Ganhou e mandou calar a sempre inconveniente impressa inglesa. Por isso foi expulso do campo, mas no fim calou-os... Semeando o ódio pelos periódicos tablóides ingleses. Pelos ingleses! De uma maneira que só ele sabe fazer, semeia o ódio de modo a que aqueles façam pressão sobre ele e sobre a equipa. Mas ele alimenta-se da pressão e a pressão traz a motivação. Porque quando lhes dizem que não vão conseguir é quando eles se esforçam mais para o atingir. E é assim que o Chelsea ainda vai conseguir mais umas taças esta época.
Por fim dedicou a vitória a quem merecia. Aos jogadores que não ganhavam nada há muito. E, como ele diz “É muito difícil ganhar pela primeira vez”.
(Obrigado Frederico pelas declarações do José Mourinho)
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
Humor britânico?
Courtroom drama custody ruling.
A seven year old boy was at the centre of a courtroom drama today when he challenged a court ruling over who should have custody of him.
The boy has a history of being beaten by his parents and the judge awarded custody to his aunt.
The boy however confirmed that his aunt beat him more than his parents, and refused to live there. When the judge suggested that he live with his grandparents the boy cried out that they beat him more than anyone.
Then in an unprecedented move, the judge dramatically allowed the boy to choose who should have custody of him.
In a final ruling yesterday, custody was granted to the England Rugby Team as the boy firmly believes that they are not capable of beating anyone.
"They wouldn't hurt a fly. I doubt they can even beat Italy they're so gentle and kind." Well informed young lad
In BBC News
terça-feira, dezembro 07, 2004
Vespertino, Vespa e Viperino
Acabou o Vespertino, ando de Vespa e está tudo menos Viperino!
Será que é sol de pouca dura ou tenho a sensação que estou a ser manipulado? Na verdade o que era veneno deixou de ser, mas até que ponto uma víbora perde o prazer de ser venenosa?
O que vale a Vespa também tem um ferrão!!!
Será que é sol de pouca dura ou tenho a sensação que estou a ser manipulado? Na verdade o que era veneno deixou de ser, mas até que ponto uma víbora perde o prazer de ser venenosa?
O que vale a Vespa também tem um ferrão!!!
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O Vespertino de Reading
quinta-feira, novembro 25, 2004
O Vespertino de Reading : : : O Fim (Obrigado)!
Viva,
A direcção d'O Vespertino de Reading lamenta informar os seus leitores habituais e ocasionais que a publicação se vê obrigada a fechar a sua redacção por falta de matéria publicável. Com a deslocação do corpo editorial, para Aveiro, deixou de ser coerente manter o nome da publicação. Assim, é com alguma tristeza que faz saber que esta será a última crónica d'O Vespertino de Reading.
Porém o director d'O Vespertino de Reading gostaria de aproveitar este momento para agradecer aos seguintes particulares, individualidades e organizações todo o apoio dado de modo a tornar possível a edição deste (a)periódico durante os últimos três meses e meio.
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao Frederico Costa que sem o seu apoio, empenho e esforço, esta aventura por terras de Sua Majestade não teria sido possível. Além disso, como leitor, incentivou sempre a publicação deste vespertino. A sua casa esteve sempre aberta e serviu de abrigo quando o apartamento da West Street deixou de ser a nossa residência em Reading. Obrigado também à Gisela por nos ter recebido e aturado. E ao Muffley que fez com que em breve exista, também, um gato em minha casa.
A todos os que no DED/NEC Portugal e na NEC Technologies (UK) que permitiram e tudo fizeram para que a estadia no Reino Unido tenha acontecido e decorrido sem grandes sobressaltos.
À Cláudia por me ter incentivado a empreender em mais esta aventura e me ter acompanhado. Aos meus pais por me permitirem ser aquilo que eu escolhi ser e que sou hoje. Aos meus sogros por me apoiarem e suportarem.
Ao Paulo, Edgar e Miguel que nos emprestaram uns metros quadrados de alcatifa em Brixton durante uma série de fins-de-semana sem nunca pôr qualquer tipo problemas e sempre de braços abertos. Espero que os ovos moles e o vinho vos saiba tão bem como a mim me soube o calor e silêncio da vossa sala. Obrigado pelas festas e almoços entre amigos. Para eles também o meu obrigado!
Ao Miguel Braga, mesmo que por vezes prefira dormir a atender o telefone, mas que foi sempre uma alma amiga num mundo que nos é sempre estranho. Um sonhador nato que faz com que o mundo avance. Obrigado pela bela aventura inolvidável de dormir num museu em Londres.
Ao Miguel Monteiro pelas experiências turísticas que doutra maneira jamais iria experimentar, como andar de riquexó por Soho. Obrigado por me mostrares que sermos nós próprios é mais importante que qualquer outra coisa na vida. E que as barreiras são para se derrubarem
Ao Pedro Soares e à Ana pelo excelente casamento e pela oportunidade de voltar a estar com uma enorme quantidade de amigos ao mesmo tempo. Obrigado a eles também!
Ao David Gaukrodger e à Sairung, ao Luís e à Cátia, ao Parente e à Fátima, ao Ken e à Sue, ao Luís Alves e, ao Miguel Mira da Silva, pela companhia em magníficas noites em volta de uma mesa para um copo ou uma refeição.
À Cristina por ser a nossa Guru e nos incentivar a procurar o nosso caminho no yoga sem nos colocar barreiras. Obrigado à Elena, Deidre e Mary pelas excelentes aulas de yoga que fizemos, semana após semana, e que me levaram a ter uma melhor consciência de mim. Obrigado à Veronika também.
Obrigado ao Desmond que nos recebeu em Jampa Ling de coração aberto.
Ao PP que com o empréstimo da sua Vespa fez com que o meu retorno fosse mais fácil.
A todos os que me escreveram durante este tempo e que de alguma maneira tentei homenagear na primeira página d'O Vespertino de Reading (se me esqueci de alguém peço desculpa). Obrigado por me fazerem perceber que não estava só a escrever para mim. Espero que tenham aprendido, também, alguma coisa com as crónicas.
A todos os leitores que (ainda) lêem esta frase, pois se escrever faz bem, na verdade se ninguém lesse não havia razão para escrever, também.
Ao Adolfo Lúxuria Canibal por me ter dado um autógrafo, no aeroporto, quando retornava a Inglaterra em Outubro.
Obrigado!
A direcção d'O Vespertino de Reading lamenta informar os seus leitores habituais e ocasionais que a publicação se vê obrigada a fechar a sua redacção por falta de matéria publicável. Com a deslocação do corpo editorial, para Aveiro, deixou de ser coerente manter o nome da publicação. Assim, é com alguma tristeza que faz saber que esta será a última crónica d'O Vespertino de Reading.
Porém o director d'O Vespertino de Reading gostaria de aproveitar este momento para agradecer aos seguintes particulares, individualidades e organizações todo o apoio dado de modo a tornar possível a edição deste (a)periódico durante os últimos três meses e meio.
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao Frederico Costa que sem o seu apoio, empenho e esforço, esta aventura por terras de Sua Majestade não teria sido possível. Além disso, como leitor, incentivou sempre a publicação deste vespertino. A sua casa esteve sempre aberta e serviu de abrigo quando o apartamento da West Street deixou de ser a nossa residência em Reading. Obrigado também à Gisela por nos ter recebido e aturado. E ao Muffley que fez com que em breve exista, também, um gato em minha casa.
A todos os que no DED/NEC Portugal e na NEC Technologies (UK) que permitiram e tudo fizeram para que a estadia no Reino Unido tenha acontecido e decorrido sem grandes sobressaltos.
À Cláudia por me ter incentivado a empreender em mais esta aventura e me ter acompanhado. Aos meus pais por me permitirem ser aquilo que eu escolhi ser e que sou hoje. Aos meus sogros por me apoiarem e suportarem.
Ao Paulo, Edgar e Miguel que nos emprestaram uns metros quadrados de alcatifa em Brixton durante uma série de fins-de-semana sem nunca pôr qualquer tipo problemas e sempre de braços abertos. Espero que os ovos moles e o vinho vos saiba tão bem como a mim me soube o calor e silêncio da vossa sala. Obrigado pelas festas e almoços entre amigos. Para eles também o meu obrigado!
Ao Miguel Braga, mesmo que por vezes prefira dormir a atender o telefone, mas que foi sempre uma alma amiga num mundo que nos é sempre estranho. Um sonhador nato que faz com que o mundo avance. Obrigado pela bela aventura inolvidável de dormir num museu em Londres.
Ao Miguel Monteiro pelas experiências turísticas que doutra maneira jamais iria experimentar, como andar de riquexó por Soho. Obrigado por me mostrares que sermos nós próprios é mais importante que qualquer outra coisa na vida. E que as barreiras são para se derrubarem
Ao Pedro Soares e à Ana pelo excelente casamento e pela oportunidade de voltar a estar com uma enorme quantidade de amigos ao mesmo tempo. Obrigado a eles também!
Ao David Gaukrodger e à Sairung, ao Luís e à Cátia, ao Parente e à Fátima, ao Ken e à Sue, ao Luís Alves e, ao Miguel Mira da Silva, pela companhia em magníficas noites em volta de uma mesa para um copo ou uma refeição.
À Cristina por ser a nossa Guru e nos incentivar a procurar o nosso caminho no yoga sem nos colocar barreiras. Obrigado à Elena, Deidre e Mary pelas excelentes aulas de yoga que fizemos, semana após semana, e que me levaram a ter uma melhor consciência de mim. Obrigado à Veronika também.
Obrigado ao Desmond que nos recebeu em Jampa Ling de coração aberto.
Ao PP que com o empréstimo da sua Vespa fez com que o meu retorno fosse mais fácil.
A todos os que me escreveram durante este tempo e que de alguma maneira tentei homenagear na primeira página d'O Vespertino de Reading (se me esqueci de alguém peço desculpa). Obrigado por me fazerem perceber que não estava só a escrever para mim. Espero que tenham aprendido, também, alguma coisa com as crónicas.
A todos os leitores que (ainda) lêem esta frase, pois se escrever faz bem, na verdade se ninguém lesse não havia razão para escrever, também.
Ao Adolfo Lúxuria Canibal por me ter dado um autógrafo, no aeroporto, quando retornava a Inglaterra em Outubro.
Obrigado!
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sexta-feira, outubro 29, 2004
John Peel
Apesar de ser inglês, começou a fazer rádio nos Estados Unidos. Voltou a inglaterra em 1967 e desde aí ninguém, que é alguém, no mundo da música deixou de gravar uma Peel Session. Talvez o nosso António Sérgio não fosse niguém se não fosse o John Peel.
Morreu esta passada segunda-feira.
sexta-feira, outubro 01, 2004
O Vespertino de Reading : : : Lançamento
A equipa editorial d'O Vespertino de Reading tem o prazer de o convidar para o lançamento oficial do dito jornal, hoje, sexta-feira 1 de Outubro de 2004, pelas 22:00. O evento terá efeito no The Horn em Reading e contará com a presença de individualidades vindas de diversos países europeus e responsáveis por variadíssimas instituições do sector cultural e editorial.
Para quem não se pode deslocar ao evento, podem sempre consultar a edição electrónica em http://www.ruigo.net/sf/.
Agradecemos a confirmação da sua presença até hoje às 14:00 BST.
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