17,5 Km, 187m de subida acumulada, 873m de altitude máxima
Dos cervezas y callos...
Tudo começou em 2000 com a minha ida para a Califórnia para um estágio. As Crónicas foram servindo de diário da aventura. E continuam, mesmo depois de voltar... E de voltar a sair para Inglaterra, Japão, Luxemburgo, França, Finlândia, Holanda, São Tomé, etc...
Cada aventura ou momento que me permito partilhar está aqui nas Crónicas da Califórnia.
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terça-feira, julho 20, 2010
Nave - Albergaría de Argañan: 18/07/2010
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Nave - Serra das Mesas: 17/07/2010
27,6 km, 690m de subida acumulada, 1173m de altitude máxima, 35º C, 11,45% de inclinação máxima
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quarta-feira, abril 28, 2010
Luanda-Maputo by Bicycle

As aventuras de Pedro Fontes por caminhos de África. Desde Angola a Moçambique passando pelo mapa cor-de-rosa... Sigam tudo aqui
O que diz a imprensa local aqui.
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terça-feira, outubro 20, 2009
Fontão (ou não)
Sábado fui andar de bicicleta com o João Oom. Ele veio passar o fim-de-semana cá a Aveiro e estava com saudades de uma volta de bicicleta e de uma ida ao Fontão. O Fontão é um lugar que fica entre Angeja e Albergaria-a-Velha, onde acaba a planície do vale do rio Vouga e começam os declives acentuados formados pelos rios e ribeiros que aí desaguam. Ou seja onde o nome Bicicleta de Montanha começa a ganhar nome sobre Bicicleta Todo-o-Terreno (BTT). Além disso é uma zona de forte cariz agrícola onde a distância à cidade parece muito maior que os meros 10 quilómetros percorridos para aí chegar.
Assim, saímos cedo e fizemos os caminhos pelo vale do Vouga até atravessarmos a ponte de Angeja (junto à Nossa Senhora das Neves - presumo que o culto seja porque uma vez nevando na Serra do Caramulo é garantido que não falta água por aqui). Não fomos ao leitão, mas começámos a subir a encosta até ao seu topo. Em cerca de 750 metros subimos dos 8 aos 80 metros de altitude (um declive médio de 10%).
Depois veio a procura do caminho para descer a encosta para o outro lado - o lado do Fontão. Pois! Haviam muitos caminhos até ao vale, mas as pontes pedonais desapareceram e atravessar o rio não era fácil. Os costumes destas gentes mudaram e infelizmente os caminhos pedonais começam a perder-se. Fizemos 4 descidas por caminhos diferentes e em todas o resultado foi frustrante e tivemos que voltar a subir a encosta de novo. Andámos ali cerca de 1h15m a subir e a descer e fizemos 8 quilómetros até desistir e descer de novo para o vale do Vouga até Frossos.
O percurso que publiquei exclui estas subidas e descidas, pois não queria que alguém andasse a picar-se e sofrer por minha culpa, mas a adicionar ao percurso que aqui está há que contar com mais 8 quilómetros de extensão e uns 240 metros de declive em subida e outros tantos em descida.
Mas foi uma volta divertida e deu para matar algumas saudades. Agora só tenho que ir ao Fontão ver se ainda existe algum caminho que vá até Angeja.
Assim, saímos cedo e fizemos os caminhos pelo vale do Vouga até atravessarmos a ponte de Angeja (junto à Nossa Senhora das Neves - presumo que o culto seja porque uma vez nevando na Serra do Caramulo é garantido que não falta água por aqui). Não fomos ao leitão, mas começámos a subir a encosta até ao seu topo. Em cerca de 750 metros subimos dos 8 aos 80 metros de altitude (um declive médio de 10%).
Depois veio a procura do caminho para descer a encosta para o outro lado - o lado do Fontão. Pois! Haviam muitos caminhos até ao vale, mas as pontes pedonais desapareceram e atravessar o rio não era fácil. Os costumes destas gentes mudaram e infelizmente os caminhos pedonais começam a perder-se. Fizemos 4 descidas por caminhos diferentes e em todas o resultado foi frustrante e tivemos que voltar a subir a encosta de novo. Andámos ali cerca de 1h15m a subir e a descer e fizemos 8 quilómetros até desistir e descer de novo para o vale do Vouga até Frossos.
O percurso que publiquei exclui estas subidas e descidas, pois não queria que alguém andasse a picar-se e sofrer por minha culpa, mas a adicionar ao percurso que aqui está há que contar com mais 8 quilómetros de extensão e uns 240 metros de declive em subida e outros tantos em descida.
Mas foi uma volta divertida e deu para matar algumas saudades. Agora só tenho que ir ao Fontão ver se ainda existe algum caminho que vá até Angeja.
domingo, outubro 04, 2009
25 km pela manhã
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